BIGUÁ
Nome Popular: Biguá
Espécie: Phalacrocorax brasilianus
Família: Phalacrocoracidae
Caracterização: Tem cerca de 75 centímetros, e o macho pesa 1,3 quilos. É preto, com saco angular amarelo. Durante a época de reprodução, tem penas brancas beirando a garganta nua e um tufo branco atrás da região auricular. Quando jovem, tem cor de fuligem.
Distribuição: É uma ave migratória, pode ser encontrada do México à Argentina.
Habitat: Vive em lagos, grandes rios e estuários.
Hábitos: Não voa mal, bate as asas rápida e continuamente. Não plana, voa com o pescoço obliquamente esticado. Sobe a boa altura para alcançar locais distantes, seus bandos voam em formações cuneiformes bem abertas. Descansa pousando na beira da água, sobre pedras, árvores, estacas ou mesmo sobre cabos. Esticam as asas para secar a plumagem e/ou para servir à termorregulação. Encharca-se totalmente durante seu mergulho.
Alimentação: É piscívora, apanha peixes realizando grandes mergulhos. Os casais e grupos reúnem-se para pescarias coletivas e estratégicas.
Reprodução: Nidifica sobre as árvores em matas alagadas, sarandizais e até mesmo em colônias de garças. Os ovos são de cor branco-azulado, cuja incubação dura 24 dias.
Manifestações Sonoras: Grita: "biguá", "oák". O coro de muitos indivíduos soa ao longe como o ruído de um motor.
Na área da UFRA: O Biguá é uma espécie de ave que foi identificada apenas nas matas mistas em regeneração. Isto representa uma restrita distribuição espacial. Considerado raro nessas áreas estudadas, pois foi encontrado apenas uma vez.
Referências Bibliográficas:
MIRANDA, J. R.; MIRANDA E. E. Biodiversidade e Sistemas de Produção Orgânica: Recomendações no Caso da Cana-de-Açúcar, Embrapa Monitoramento por Satélite, 94 p., 2004.
SICK, H. Ornitologia Brasileira, uma Introdução. 2ed, Brasília: Universidade de Brasília, p. 161, 1986.
Socó-grande ou Garça-moura
Beija-flor-de-fronte-violeta
Beija-flor-de-garganta-verde
Buraqueira ou Coruja-do-campo