SAÍ-ANDORINHA
Nome Popular: Saí-andorinha
Espécie: Tersina viridis
Família: Thraupinae
Caracterização: Tem 14 centímetros e 30 gramas. O macho tem uma linda e brilhante cor azulada, com a plumagem da face e da garganta negras, e a do ventre branca, as penas da cauda e das asas são pretas margeadas de azul. A fêmea difere pela plumagem verde-amarelada forte, em cima e no peito, sendo o ventre amarelado com barras escuras nos lados. Suas asas grandes denotam boa capacidade para o vôo.
Distribuição: Ocorre na América tropical.
Habitat: Regiões florestais, pomares e demais locais onde há frutos disponíveis.
Hábitos: Tem o costumede pousar no topo das árvores ou em troncos secos, à beira da mata, de onde espreita os arredores.
Alimentação: Come frutas nativas e insetos.
Reprodução: Nidifica em buracos, cumieira de casas e em buraco feito pelo pica-pau-do-campo (Colaptes campestris). Coloca três ovos.
Manifestações Sonoras: Costuma emitir um assobiar estridente "tsit", "tsä-ít". Somente os machos cantam.
Na área da UFRA: Considerada como espécie rara, dentro das áreas estudadas, pois seu registro de ocorrência foi de apenas uma vez. Sua distribuição espacial ficou restrita às valetas de drenagem.
Referências Bibliográficas:
ANDRADE, M. A. Aves Silvestres: Minas Gerais. Belo Horizonte: Conselho Internacional para Preservação das Aves, p. 149, 1997.
MIRANDA, J. R.; MIRANDA E. E. Biodiversidade e Sistemas de Produção Orgânica: Recomendações no Caso da Cana-de-Açúcar, Embrapa Monitoramento por Satélite, 94 p., 2004.
SICK, H. Ornitologia Brasileira, uma Introdução. 2ed, Brasília: Universidade de Brasília, p. 679, 1986.
Socó-grande ou Garça-moura
Tesoura-de-fronte-violeta