CLOSE
Topo
Carbone Neutre
Entre mai 2006 et avril 2007, Native a effectue un bilan des émissions de gaz a effet de serre (GES) de la filière biologique de l'Usine de Sao Francisco (UFRA). Cette évaluation a été réalisée selon le protocole GHG - modèle international pour mesurer les émissions - en considérant les effets de la culture de la canne et la production de sucre et d'alcool a l'usine. Compte-tenu qu'une partie de cette production est destinée a l'exportation, l'énergie nécessaire pour le transport de ces marchandises vers leur destination finale (USA, Europe, Japon) a également été prise en compte.

Les quantités d'émissions trouvées pour UFRA sont plus basses que les niveaux moyens d'émissions de l'industrie de la canne a sucre, du fait de ses méthodes de production biologiques. Comparée a la production de sucre a partir de la betterave en Europe ou au Japon, ou encore a la production de sucre a partir de la betterave ou du mais aux Etats-Unis, les écarts sont encore plus nets, car ces méthodes de production fonctionnent a partir d'énergies fossiles alors que UFRA utilise de l'énergie a base de bagasse de canne a sucre.
Click here to contact us
Base
Fechar
Enviar
Transparente
Nome do amigo  *
Email do amigo  *
Nome do amigo  *
Email do amigo  *
Répteis

CASCAVEL

Nome Popular: Cascavel
Espécie: Crotalus durissus
Família: Viperidae



Caracterização: Surda e mal dotada de visão, a cascavel tem como sentidos principais o olfato (sente cheiros com a língua) e o mesmo sentido térmico de tantas outras serpentes. É parda escura, ostenta no dorso uma série de losângulos que se alternam com outros laterais. A pele é revestida por uma camada chamada de extrato córneo (formada por queratina). Em cada troca de pele esta camada é substituída totalmente por uma mais nova. A cabeça triangular é coberta por escamas imbricadas, exceto na região do focinho onde se formam placas. Pode medir no máximo 1,80 metro. Apresenta um "engavetamento" nas últimas vértebras caudais. Isto propiciou a origem de um "calo ósseo", que é revestido por tecido muscular e pele. Dessa forma, a extremidade da cauda apresenta uma estrutura conhecida como "botão", formada basicamente por queratina, que corresponde à base do chocalho (também chamado de guizo). Esse guizo ou maracá estalejante, formado por anéis córneos enfileirados na parte terminal da cauda e dá à cascavel um aspecto inconfundível.

Distribuição: Espalha-se por todo o Brasil, sendo mais abundante no sul do México à Argentina.

Habitat: Comum em regiões áridas, campos e pastos. Locais pedregosos, com matacões, cupinzeiros e muito pouca vegetação são os locais preferidos por esta espécie.

Hábitos: É fácil ser encontrada adormecida, enrodilhada nos campos. Tem hábitos noturnos, sendo assim, durante o dia oculta-se em recantos, depressões, casas de cupim meio arruinadas.

Alimentação: A alimentação básica consiste de pequenos e médios mamíferos, basicamente roedores, que são mortos por envenenamento.

Reprodução: É ovivípara. O período preferencial de nascimento é em torno de Dezembro. Os filhotes (6 a 60 em cada ninhada) já nascem venenosos, aptos para caçar. Na cauda tem apenas um anel, sobre o qual irão formar os anéis das futuras mudas.

Curiosidades: A cascavel troca de pele três a quatro vezes por ano e em cada muda mais um anel é acrescido ao guizo. Seu veneno é o mais ativo de todos e, singularmente, se caracteriza pela dor local pronunciada, a ação do veneno é violenta sobre o organismo, em especial sobre o sistema nervoso, determinando paralisias, perturbações visuais que vão até perda completa da visão. A presença do chocalho é um dos fatores mais importantes na redução de acidentes por esta espécie. O som pode ser ouvido a vários metros de distância e começam a agitar a cauda assim que percebem uma movimentação incomum.

Na área da UFRA: A cascavel, um réptil muito conhecido, apresentou uma distribuição espacial restrita. Foi encontrada apenas no campo em regeneração espontânea. Identificada uma vez, sendo assim considerada rara dentro das fazendas estudadas.

Referências Bibliográficas:
SANTOS, E. Zoologia Brasílica - Répteis e Anfíbios. v.3. Belo Horizonte, Itatiaia Limitada, p. 190, 1981.
MIRANDA, J. R.; MIRANDA E. E. Biodiversidade e Sistemas de Produção Orgânica: Recomendações no Caso da Cana-de-açúcar, Embrapa Monitoramento por Satélite, 94 p., 2004.
MORELLATO, P. C. História natural da Serra do Japi. Ecologia e preservação de uma área florestal no Sudeste do Brasil. Campinas, Unicamp/ Fapesp, p. 224, 1992.
VANZOLINIL, P. E.; RAMOS COSTA, A. M. M.; VITT, L. J. Répteis das Caatingas. Rio de Janeiro, Academia Brasileira de Ciências, p. 67, 1980.
http://www.bioterium.com.br
Teiú
Urutu
Jacaré-do-papo-amarelo
Papa-vento
Cobra-de-vidro
Cobra-de-duas-cabeças
Falsa Coral
Calango-verde
Jacaré-corôa
Cobra-cipó
Cascavel
Lagartixa-de-parede
Coral
Sucuri
Dormideira
Jibóia
Corredeira
Kosher Programa IBD Para Relações Justas em Comércio de Produtos com Certificação Socioambiental EcoCert Brasil JAS Organic Certification Etanol Verde (Carbono Neutro) U.S. Department of Agriculture (USDA) IBD - Certificações
Serviço de Atendimento ao Consumidor
Site criado e desenvolvido por Pub Design